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A Restart e a Umbigo oferecem um Workshop de Produção e Programação de Exposições (O papel do curador) a quem responder à seguinte pergunta:

Identifica uma exposição que a teu ver tenha um excelente trabalho de curadoria e explica o porquê da tua opção.

A melhor participação ganha acesso a um Workshop de Produção e Programação de Exposições, com Cláudia Camacho, a decorrer na Restart já no próximo fim-de-semana, dias 10 e 11 de Novembro.

As respostas terão que ser enviadas por mensagem no nosso Facebook.

O passatempo acaba 5ª-feira à meia-noite.

Nota: Este Workshop tem o valor comercial de 150€, caso o Workshop não abra por falta de inscrições o prémio será a oferta de inscrição (no valor de 50€) em qualquer Workshop ou curso intermédio a decorrer no ano lectivo de 2012/13 à escolha do vencedor.

http://www.restart.pt/

https://www.facebook.com/RestartInstitutoCriatividadeArtesNovasTec?fref=ts

RESTART
Escola de Criatividade e Novas Tecnologias
Rua da Quinta da Almargem, nº10
Lisboa

PASSATEMPO ENCERRADO 

 

A vencedora foi Daniela Silva, e esta foi a sua resposta:

Identifica uma exposição que a teu ver tenha um excelente trabalho de curadoria e explica o porquê da tua opção.

A exposição "Novo Ofício" (no Museu Colecção Berardo) teve como curador o Pedro Gomes, através do "Filho Único".
Na minha óptica, esta exposição teve um excelente trabalho de curadoria pois houve a preocupação de expor mais do que música como a conhecemos, mas sim apresentar parte da sua história e alguns elementos marcantes.
Para o percurso expositivo, apesar dos espaços estarem organizados cronologicamente, as peças expostas eram tocadas por assistentes de exposição (a fim de promover a conservação das peças - originais e réplicas) e apesar de haver uma ordem estabelecida, dava-se prioridade ao desejo e curiosidade do visitante, permitindo que este escolhesse a ordem pela qual gostaria de ouvir as peças existentes. Desta forma permitia o visitante definir a sua própria visita com o auxílio dos assistentes.
Nesta exposição o curador respeitou todos os desejos dos artistas, bem como as necessidades dos visitantes.
As visitas podiam ser realizadas de diferentes maneiras: livres, guiadas ou acompanhadas com suporte áudio (mp3) de modo a que os visitantes definissem o seu próprio percurso pelos instrumentos expostos de modo individual.
Ao longo da exposição as reacções eram variadas: as crianças ficavam curiosas, os conhecedores de música admiravam-se com esta exposição e os curiosos acabavam por se interessar e questionar.
O catálogo desta exposição foi desde o início definido como online, permitindo ser actualizado com novas pesquisas ao longo da permanência da exposição mas também permitia que as pessoas tivessem acesso a uma base de dados áudio de alguns dos instrumentos.
Creio que esta exposição sobretudo abordou o conceito de exposição de um ponto de vista diferente, tentando aproximar o visitante da experiência.

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