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«Se as profundezas do nosso espírito escondem estranhas forças capazes de aumentar as da superfície, ou contra elas lutar vitoriosamente, há todo o interesse em captá-las, captá-las primeiro, para submetê-las depois, se for o caso, ao controlo da nossa razão», dizia André Breton em 1924 no seu Manifesto do Surrealismo.

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Criador de cenários magníficos para teatro e ópera, ilustrador surrealista, pintor transversal. Até mesmo autor de imagens de publicidade repletas de humor. Antoine Helbert vem de Estrasburgo e é um nome a manter debaixo de olho. As suas imagens são fortes, inesquecíveis e de um ecletismo exuberante sempre relacionado com ícones clássicos da História de […]

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«Sempre vivi muito a joalharia, no sentido verdadeiro não só de fazer, mas também de estar com e ir à procura de. As viagens que fiz foram sempre derivadas dessa procura». Quem o diz é Cristina Filipe, professora de Joalharia no Ar.Co

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Falar do medo…. Daquilo que fazemos para nos esquecermos dele e daquilo que não fazemos por causa dele. A nossa sociedade não fala sobre o medo. Não será falar do medo a melhor forma de o afastar? Uma conversa sem tabus nem vergonhas sobre aquilo que assusta Fátima Mendonça.