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Dissonâncias no Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado

Inaugura, no próximo dia 30 de setembro, a exposição Dissonâncias no Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado (MNAC), com a curadoria de Adelaide Ginga e Emília Tavares.

Dissonâncias mostra as novas aquisições e doações efetuadas nos últimos dez anos, num rol de artistas maioritariamente nacional e que cuja atividade artística vai dos séculos XIX até ao início do século XXI.

A seleção de 87 trabalhos, de 45 artistas, mostra o compromisso de expansão das coleções de arte moderna e contemporânea do museu, mas sobretudo a generosidade dos doadores em deixarem ao usufruto público obras de especial relevância no panorama artístico português, nas mais variadas técnicas de representação plástica.

De 30 de setembro a 15 de novembro, Dissonâncias, no MNAC, com obras de Ana Pérez-Quiroga, Ana Vidigal, André Cepêda, António Olaio, Arnaldo Fonseca, Artur do Cruzeiro Seixas, Augusto Alves da Silva, Carlos Noronha Feio, Columbano Bordalo Pinheiro, Cristina Ataíde, Ernesto de Sousa, Gérard Castello-Lopes, Hein Semke, Henrique Vieira Ribeiro, Hugo Canoilas, Inês Norton, João Cristino da Silva, João Francisco Camacho, João Moniz Pereira, João Pedro Vale, Jorge Barradas, Jorge Molder, Jorge Oliveira, Jorge Pinheiro, Jorge Silva Araújo, José A Marco Godinho, José Luís Neto, José Maçãs de Carvalho, José Pedro Cortes, Júlia Ventura, Manuel Botelho, Márcio Vilela, Maria Barreira, Maria Gabriel, Mário Cesariny, Miguel Soares, Mónica de Miranda, Nuno Calvet, Nuno San Payo, Pedro Portugal, René Bértholo, Rodrigo Oliveira, Rolando Sá Nogueira, Sara e André, e Víctor Pires Vieira.

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