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Fotografias: Mariana Martins de Oliveira.

Quanto podemos resistir em apneia? Quantas vezes já deixámos de respirar debaixo de água para testar os nossos limites? É exercício físico, mas indubitavelmente psicológico. Limites que se testam. Pedro Sousa executa-os num contexto de liberdade criativa ímpar. Podem ser frequentes os seus concertos na ZDB, seja integrando diferentes projetos, Volúpia das Cinzas, por exemplo, seja acompanhando outras bandas, aquando Marching Church no ano passado. São circularidades inimagináveis, espirais que mais do que criarem estupefação, e muita na plateia neste dia, são a prova indesmentível que estamos perante um dos saxofonistas mais estimulantes da atualidade. Sem fronteiras, porque o recente artigo da The Wire (396) não veio mais do que confirmar que a cena de improvisação em Lisboa não se limita a estas coordenadas a oeste da Europa.

E Daniel Bachman, em diálogo permanente com a sua guitarra, que como se lê no texto de apresentação – "Como uma ampliação ou um anexo da sua identidade, Bachman trata cada corda como uma artéria, cada dedilhado como uma sensação e cada ressonância como um respiro. Alguém que usa sim a guitarra como ferramenta artesanal para esculpir e tecer rendilhados melódicos ou mantos puramente imersivos, a seu bel-prazer."

Daniel Bachman | Pedro Sousa > ZDB, 19 de Abril

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