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Maria Trabulo e o mar como território artístico e político

O mar sempre foi um dos grandes motivos da arte. Mas também sempre foi um desígnio político para muitas civilizações. Entre a inspiração e a contemplação, o temor e a possibilidade, o mar é uma justaposição de histórias, e estórias, que arte e a política resgatam das suas águas amiúde. Afinal, e mais que uma cor, mais que um reflexo apaziguador do céu, o mar é, acima de tudo, um território sujeito a fronteiras, ditames políticos e culturas.

Maria Trabulo percorre agora os trilhos líquidos do mar, numa inquirição e pesquisa sobre o seu significado para as sociedades atuais e para a política: do que tem de agregador, de decisor, decisivo e disruptivo. Em Almost Blue, e nas palavras dos curadores Sara Antónia Matos e Pedro Faro, Trabulo lança um olhar crítico “sobre uma possibilidade de definição do mar, elaborada a partir de contextos políticos tão diversos como as trágicas migrações no Mediterrâneo, a crise financeira dos últimos anos nos países do Sul da Europa, ou as mais recentes lutas ativistas em torno das questões ambientais subjacentes à exploração de petróleo no território marítimo português, nomeadamente na zona de Aljezur”.

Almost Blue inaugura dia 25 de outubro e termina no dia 6 de janeiro de 2019, na Galeria da Boavista, da EGEAC, em Lisboa.

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