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Duas exposições na Galeria Belo-Galsterer

É indiscutível o contributo da Bauhaus para a regeneração das expressões visuais modernistas, no que transitou – apesar de uma tendência vincadamente aliada ao grafismo e ao design –, em contágio, para as artes plásticas. O estudo das formas, da perceção das mesmas, do desenho e tradução gráfica dos objetos – a dita Gestalt – foram influências para movimentos, estilos e artistas contemporâneos da escola e subsequentes.

Pedro Quintas retoma esta linguagem geométrica e abstrata promovida pela Bauhaus e concebe uma série de trabalhos para a sua primeira exposição individual na Galeria Belo-Galsterer intitulada Ama as tuas Rosas. As pinturas recuperam o formalismo da abstração geométrica, da bidimensionalidade, de formas que se desenrolam em palavras, como se de um jogo se tratassem – charadas visuais carentes de descodificação.

Paralelamente, a galeria apresenta ainda a exposição de Alexandre Conefrey, E…, um jubilante exercício de cor e experimentação que recorre ao lápis para representar lugares imaginários. O risco transforma-se em mancha, no que parece ser uma exploração e investigação coloridas dos limites plásticos de um material tão modesto como o lápis de cor. Entre pintura e desenho, Conefrey oferece um conjunto de obras surpreendentes.

Até 31 de julho, na Galeria Belo-Galsterer.

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