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“Nudez – uma Invariante”, de Pedro Morais

Pedro Morais é um dos mais relevantes artistas contemporâneos portugueses, com uma já longa carreira. O artista inaugura agora uma exposição no Pavilhão Branco das Galerias Municipais, com obras inéditas e outras que foram adaptadas àquele espaço.

Nudez – uma Invariante, comissariada por Óscar Faria, é a mostra que se expõe nos dois pisos do pavilhão cujas obras têm em comum a exploração do espaço pictórico como um lugar de perceções e experiências mentais, reais e temporais. Mas também o espaço de instalação se afigura fundamental na obra do artista, carente de um corpo que a ative e proceda a uma espécie de fenomenologia do espaço, ou como Merleau-Ponty diria, uma fenomenologia da perceção.

O título empresta-se aos ensinamentos orientais de Hogen Yamahata, mestre zen que escreveu um dos mais importantes textos desta filosofia: o Sutra do Coração. Neste contexto, entre oriente e ocidente, entre obras do passado e originais, esta é uma exposição que, como o curador refere, é “quase uma retrospetiva de bolso, (…) para transportar para casa, levando connosco este coração aqui e agora, uma vez mais, posto a nu.”

Para ver até 1 de abril, no Pavilhão Branco, no Museu de Lisboa.

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